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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Quanto Cu$ta um apoio político?

Por Rui Galdino Filho 
Meus caros leitores e leitoras. Vou falar aqui neste breve comentário de um assunto bastante delicado, porém, muito oportuno para este ano de eleição: “ O PREÇO DE UM APOIO POLÍTICO ”. O quê ? Será que isso existe mesmo ? O que você acha ? 
Escuto muita gente dizer que uma campanha política é muito caro, alguns até desistem de disputar, outros não disputam com medo das despesas e de comprometer o seu patrimônio pessoal e até moral. O custo Brasil é muito caro por causa dos nossos políticos. Você já imaginou quanto custa um Senador ? Um Deputado ? Um Vereador ? etc. E esse povo faz tão pouco por nós e pelo Brasil. Você ainda vota nesse povo ? 
Tenho pena do nosso país, poderia está bem melhor, ou seja, poderíamos ter melhores representantes nos poderes executivo e legislativo, ocorre, que os cidadãos de bem, de boa vontade e de bons propósitos, na grande maioria deles, têm medo de participar das eleições, e isso é um grave erro, pois, retira do cenário antecipadamente pessoas que poderiam fazer diferente. 
Os políticos profissionais e carreiristas são os parasitas da nossa nação. E eles fazem questão de propalar que as eleições são caras, para que só eles participem, é uma grande tática eleitoral. Eles primeiro só pensam em si e nos seus interesses pessoais, depois, eles passam todo os seus mandatos articulando uma maneira de ganhar muito dinheiro para gastar nas suas reeleições. E aí vale tudo ( emendas, convênios, lobys, reuniões a portas fechadas, almoços, jantares, empregos, acordos, etc ). 
Quando o benefício chega para o povo, é por que muita gente já ganhou com isso. Nenhum político dá nada a ninguém de graça, infelizmente, tudo tem que ter “ o-toma-lá-dá-cá ”, e isso é a origem de toda desgraça e corrupção que assola a nação brasileira. 
Em ano eleitoral como este, aí o bicho pega ... Só se vêr políticos e cabos eleitorais andando por tudo que é canto nesse país. O eleitor em ano eleitoral tem muito valor, depois entra em liquidação e mais adiante de graça ninguém quer. Infelizmente é assim ! E o ciclo se repete a cada eleição. E o povo continua sendo um detalhe. Sim ou não ? 
Digo povo, pois político é uma coisa e povo é outra, ou seja, no Brasil quem não for político é povo, e o povo que se elege passa a ser político. Ainda sonho em ver um político-povo e um povo politizado. Aí sim, os nossos filhos. netos e futuras gerações viverão melhor e o Brasil será menos desigual. 
Gente ! Temos que acabar com essa triste realidade. A política não é um câncer, e SIM, é uma bela atividade, é através dela que podemos mudar a realidade das coisas e o futuro do Brasil. Ocorre, que os nossos políticos para se eleger tem que GA$TAR muito dinheiro, e depois têm que tirar tudo que gastou, ter seu lucro, ajeitar sua família e apadrinhados e arranjar mais dinheiro para a próxima eleição.
Quando eu escuto falar ou vejo uma reportagem dizendo que “ político-candidato tal ”, fechou um acordo com “prefeito tal”, “vereador tal” ou “liderança qualquer tal”, me preocupa bastante. Imagine só, como deve ter sido feito esse acordo ?
Eu nunca ouví falar que “político tal” fechou um acordo com o povo ! Pois, não é o povo que vota ? Será que o povo vai continuar sendo massa de manobra e mercadoria desses políticos inescrupulosos e sem vergonha ?
Claro que todos os políticos não são assim. Ainda acredito que temos boas pessoas na política brasileira, porém, estas boas pessoas estão em extinção. A grande maioria dos nossos representantes deveriam ser banidos definitivamente da vida pública, além disso, presos e ter seus bens confiscados.
A lei eleitoral e demais leis deveriam ser mais duras nesse sentido. A justiça de maneira geral deveria ser mais implacável com os “bandidos do colarinho branco”, etc. Mas, como ? Se são a maioria dos políticos que elaboram as leis. Será que eles vão fazer leis contra eles mesmos ?
Dizem que o Brasil está mudando lentamente, dizem que o povo começou a acordar e que o gigante adormecido vai se levantar. Espero ! Porém, essa história de mudar lentamente só benefecia os “malfeitores”, pois, a lentidão é tanta que eles conseguem se locupletarem o suficiente para atrasar gerações e gerações.
Na democracia só o povo poderá mudar essa triste realidade. E só muda se votar diferente. E para as mudanças serem mais rápidas, o voto não deve ser negociado e vendido a cada eleição.

O povo deveria votar no candidato “novo” e que não fosse ligado a nenhum político “velho” ( nem amigo, nem familiar ). E aí lamentavelmente os bons iriam pagar pelos ruins, porém, seria o início de um novo tempo.
Além disso, a lei deveria proibir a reeleição em todos os níveis, e com isso, estaria dificultando a carreira de políticos profissionais e dando uma chance a novas pessoas. Os mandatos deveriam ser de 05 anos e as eleições unificadas. A princípio seria a melhor solução a curto prazo para o Brasil e os brasileiros.
Chega de demagogia e tanta hipocrisia ! A eleição é cara por que o voto infelizmente ainda é vendido, os bolsões de miséria ainda existem, a grande maioria dos políticos não merecem confiança e boa parte do povo só quer votar naquele que lhe der alguma coisa ou alguma vantagem. Infelizmente essa é a nossa realidade, porém, eu tenho esperança que em 2014 essa triste realidade comece a mudar.
Se o boi soubesse a força que tem não deixaria se abater tão fácil, assim também é o povo, se soubesse o valor e força de seu voto, não sofreria tanto por tanto tempo. Pense nisso, desculpe a comparação, mas é necessário um alerta emblemático.
Caro eleitor, povo brasileiro, VOTE DIFERENTE, passe uma régua e retire do mapa todos os políticos atuais. Todos sem exceção, mesmo que os bons ( que são pouquíssimos ) paguem pelos ruins !
Feliz 2014 ! Viva um novo Brasil !!


FONTE: BLOG TIÃO LUCENA

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Avante Serra de Santana, avante!

 Políticos assistencialistas são aqueles que dão pequenas ajudas individualmente. Esquece-se de promover uma gestão progressista com políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da comunidade, pois, é mais cômodo que o povo precise dele para ter direito a serviços básicos, como um exame clínico, uma dentadura, equipamentos esportivos, ou um sob emprego. 

 Para conseguir manter a politicagem e um alto padrão de vida é comum esse tipo de político se envolver em fraudes e lavagem de dinheiro público. Outra prática corrupta promovida por tais políticos é o uso de “laranjas” (prática ilícita de usar nome de terceiros em golpes fraudulentos), e demonstram serem obcecados por “nepotismo” em câmaras e prefeituras. 

Políticos com tais comportamentos ilícitos são os principais responsáveis pelo baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) das cidades, pelo alto preço do feijão, do aluguel e do remédio. Pelo surgimento da prostituta, do menor abandonado e do assaltante. Para que haja um desenvolvimento saudável a região precisa contar com a luta de governantes que prezam por mandatos dinâmicos, norteados por princípios éticos e com projetos que vissem sempre o bem estar da coletividade. 

Esta GAZETA deseja que a juventude continue dedicando-se a qualificações técnicas e superiores, para que assim, tenham cada vez mais oportunidade de emprego, além de uma visão política crítica, e que através desse caminho não fiquem a mercê do assistencialismo humilhante de políticos enganadores.

Avante Serra de Santana, avante! 


EDITORIAL  DA GAZETA DA SERRA
http://gazetadaserradesantana.blogspot.com.br/

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CERRO CORÁ - POLÍTICAS PÚBLICAS DE PÃO E CIRCO

Vem de Roma a origem da política do Pão e Circo, com os problemas sociais existentes o imperador criou a política do Pão e Circo, lá o sistema consistia em oferecer alimentos e lutas nos estádios para que a população carente esquecesse a os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta da população.

Aqui, como lá, a política do Pão e Circo tem o mesmo objetivo, fazer a população esquecer das principais necessidades e ficarem sendo enganadas com as festas e lanches. Ontem ocorreu mais uma edição desta manobra, colocam as pessoas nas ruas, dão camisetas, lanches e festas, mas essas mesmas pessoas ao necessitarem dos serviços nas diversas áreas, entre elas, saúde , educação e assistência social, tem seu direito negado, com a falta de médicos, medicamentos, educação de qualidade e assistência social.

E ASSIM CAMINHA A NOSSA CERRO CORÁ, NA BASE DA POLÍTICA PÚBLICA DE PÃO E CIRCO.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Queime seu Navio...



Há muito tempo, um grande guerreiro se viu diante de uma circunstância em que era necessário tomar uma decisão que garantisse a vitória no campo de batalha. 

Devia lançar seu exército contra um poderoso adversário, que contava com tropas muito mais numerosas. Embarcou seus homens em navios e velejou rumo ao país inimigo. 

Lá, desembarcou soldados e equipamentos e deu a ordem de queimar os navios em que tinham viajado. Dirigindo-se aos seus homens, antes da primeira batalha, disse:

- Vocês estão vendo os navios em chamas. Isso significa que só sairemos vivos daqui se vencermos! Agora, não temos escolha. É vencer ou morrer!

Eles venceram.

Quem quiser ter sucesso em uma empreitada precisa queimar os navios e cortar todas as possibilidades de bater em retirada. 


Somente assim conseguirá manter esse estado de espírito conhecido como DESEJO ARDENTE DE VENCER, essencial ao sucesso.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

PAPA AO DISCURSAR ATÉ PARECIA CONHECER CERRO CORÁ

O Discurso do Papa aos jovens bem que poderia ser bem entendido pelos jovens de Cerro Corá: O pontífice fez um pedido especial aos jovens para que não percam a confiança em um mundo melhor. “Vocês, jovens, têm uma sensibilidade especial frente às injustiças, mas muitas vezes se desiludem com notícias que falam da corrupção de pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram seu próprio benefício. Nunca desanimem, nunca percam a confiança. Não deixem que se apague a esperança, a realidade pode mudar. O homem podem mudar. Procurem ser vocês os primeiros a procurar o bem”, disse.

Cerro Corá é um exemplo real de políticos que não buscam o bem comum e sim o seu próprio benefício, vejamos o exemplo dos secretários municipais:
Secretária de Saúde: ESPOSA DO PREFEITO;
Secretário de Finanças: FILHO DO PREFEITO E FILHO DA SECRETÁRIA DE SAÚDE;
Secretário de Educação: ESPOSO DA VEREADORA;
Secretário de Administração: VICE PREFEITO E PAI DE VEREADOR;
Secretária de Ação Social: IRMÃ DO VICE PREFEITO E TIA DE VEREADOR;
Secretário de Obras: FILHO DE VEREADOR, esses são os casos dos secretários, mas muitos outros casos existem onde gratificações são dadas aos parentes de secretários, vereadores, prefeito e vice, em detrimento ao serviço que deveriam prestar a todos os cerrocoraenses.

O Papa ao discursar parecia até conhecer esses políticos de Cerro Corá, que querem se perpetuar no poder com enganação as pessoas no período eleitoral e depois abandonam o povo e pensam apenas nos seus e administram como sendo uma instituição privada sua, e esquecem de prestar  os serviços essências como saúde, educação e assistência social de qualidade ao todos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

O BAJULADOR E O MAU CARÁTER

Duas figuras execráveis resistem ao tempo e aos modismos, como se fossem eternas. Falo do mau caráter e do bajulador, dois trastes que infestam a sociedade e se multiplicam mais do que o mosquito da dengue. Não tem modernidade que os tire da moda. O mundo vive uma nova onda, homem já pode casar com homem, mulher casa com mulher, virgindade virou coisa de museu, mas o babão e o mau caráter continuam com a mesma fachada e a mesma influência.

Caso me obrigassem a escolher entre um e outro, ficaria sem nenhum porque ambos se equivalem.

O mau caráter é aquela figura nojenta que dá o bote e esconde a unha. Sorri pra você e pelas costas mete a faca sem dó nem piedade. Se faz de amigo para pegar o oponente desprevenido, é traiçoeiro, vingativo, venenoso, mentiroso, safado e imundo.Mas consegue se meter em tudo quanto é canto, sempre com destaque, porque não falta quem acredite na sua lábia de derrubar avião e se deixe iludir por sua prosopopéia. Acreditará até quando a facada vier, inexorável, doedeira, matadeira e fulminante.

O bajulador é, também, um mau caráter, porque se vale da servidão para conseguir seus objetivos. É aquele tipo pegajoso, inconveniente, servil, capaz inclusive de vender a honra dos outros (o bajulador não tem honra) para agradar a quem pode lhe dar algum dividendo. Até aí, mal nenhum está fazendo, porém quando a sua vítima não tiver mais serventia, o mau caratismo aflora e o até então amigo do peito esquerdo chutará na bunda do ex-herói e vai a procura de outro alvo.

Claro que conheço as duas categorias. Convivi e ainda convivo com as duas espécimes. Corro delas, ou melhor dizendo, tento correr, porque é difícil livrar-se dessa gente.

De vez em quando viro alvo de um ou do outro, saio chamuscado, mas dou a volta por cima porque aprendi a não me abater diante do que não presta.

Mas que é difícil agüentar, não tenham dúvida. Agora mesmo, somente porque resolvi abordar o tema, estou sentindo uma vontade enorme de vomitar.

DO BLOG: TIÃO LUCENA

sábado, 18 de maio de 2013

As eólicas e a propriedade familiar agrária

Francisco de Sales Matos - advogado, membro da ALEJURN

Ao participar das primeiras reuniões acerca da implantação dos denominados parque eólicos em nosso Estado confesso que me empolguei com a ideia e, aliás, continuo um entusiasta dela. Fonte limpa de energia, sustentável, a sua geração, na perspectiva que se apresentava, daria uma segurança ao nosso abastecimento energético. Mas, o que não se contava era com os efeitos colaterais que adviriam, especialmente com as interrupções dos processos produtivos das unidades agrárias de natureza familiar. E não se haveria, a priori, de considerá-los porque os estudos apontavam para a dimensão econômica da novel atividade como capaz de suplantar as perdas econômicas de quaisquer das atividades produtivas alcançadas. Os produtores atingidos seriam agraciados com participações no resultado econômico dos ditos projetos, como uma espécie de royalties, o que lhes renderia bem mais do que lhes então rendia suas unidades produtivas.

Acontece, porém, que nem tudo foram as flores apresentadas e prometidas. Trago aqui o exemplo dos municípios de Lagoa Nova, Tenente Laurentino e Bodó, na Serra de Santana, onde centenas de pequenos agricultores foram atingidos, inclusive um assentamento da reforma agrária e uma comunidade quilombola, e até o presente não receberam nada do que contrataram. Lá estive a convite de um grupo de pequenos produtores rurais e deles ouvi queixas no sentido de que foram ludibriados em sua boa-fé ao celebrarem contratos de arrendamentos de suas terras, sem que lhes fosse esclarecido o teor dos documentos que estavam assinando, nem as consequências obrigacionais deles decorrentes tais como a perda de suas terras, moradias, plantações, roças, legumes, enfim, a sua pequena pecuária, considerando que a realidade minifundiária de suas glebas não lhes permitirá compartilhar suas permanências com as gigantescas torres e linhas de transmissão. 

Mas, o pior estava por vir. Ao acessar alguns dos contratos de arrendamentos celebrados pude constatar a natureza adesiva deles, com cláusulas extremamente abusivas e exorbitantes, inclusive cláusulas assecuratórias de segredo do negócio contratado, tudo num verdadeiro atentado ao princípio maior da dignidade da pessoa humana, o que denota também que os arrendantes subscreveram os ditos pactos sem que tivessem tido assistência de profissional habilitado. Perguntado como estavam se comportando suas representações de classe e políticas – sindicatos e vereadores – diante de tantas injustiças e vulnerabilidade de suas sobrevivências, simplesmente disseram que os primeiros não agiam em nada e os últimos estavam tomados por um silêncio sepulcral como se algo estranho lhes embotasse a consciência, mas que foram muito eficientes na hora de pedir-lhes o voto.

O fato é que de tão grave tal fenômeno social está a merecer a intervenção imediata do Ministério Público, como defende o Ministro Ruy Rosado de Aguiar, do Superior Tribunal de Justiça, para quem o afastamento do órgão ministerial em tais circunstâncias implica em assegurar a continuidade de condutas abusivas, que lesam grande número de pessoas em contratos de adesão, sem qualquer perspectiva de outra ação eficaz. Ademais, não se pode olvidar que não há nos referenciados pactos previsão de indenização compatível com o desmonte das unidades produtivas. E, mais grave, a contraprestação pelo arrendamento das terras é inusitadamente coletiva e insignificante quando partilhada, enquanto os contratos são celebrados individualmente. E, para concluir as perguntas que não querem calar: como ficarão as quase duzentas famílias que serão desalojadas de suas terras e quais as consequências das interrupções dos respectivos processos produtivos? E o assentamento da reforma agrária? E a comunidade quilombola que tem proteção constitucional? Com a palavra as autoridades constituídas da Aneel, dos municípios atingidos, das representações sindicais e dos Ministérios Públicos estadual e Federal, este em face da comunidade quilombola atingida.

FONTE: TRIBUNA DO NORTE

Chaplin e o Legislador.




Quem ler a biografia de Charlie Chaplin, vai se surpreender com os anos de sua infância passados em orfanatos públicos. Filho de um ator alcoólatra e de uma cantora com problemas de saúde e de instabilidade emocional, Chaplin e seu meio-irmão, por diversas vezes, tentaram com algumas artimanhas esconder, sem sucesso, das agentes do Serviço Social inglês a condição de crianças abandonadas à própria sorte.

Isso ocorreu na última década de 1800, ou seja, entre 1890 e 1900. Nessa época, o governo da Inglaterra já tinha consciência de sua responsabilidade com as crianças de famílias carentes e desintegradas. A vigilância e controle sobre a educação infantil e juvenil não se resumia à escola gratuita e obrigatória, mas também às condições estruturais da família, exigindo que o Estado investisse em políticas sociais, como, por exemplo, ajuda financeira mensal a famílias previamente cadastradas.


A diferença entre assistencialismopaternalismo demagógico e política pública é grande. O primeiro “ameniza” mas não “cura”. É caridade, não um direito. O segundo é uma fraude. Já quando o Estado desenvolve um projeto social, ele gera transformação social que pode ser comprovada numericamente a médio prazo pela ascensão de classe, de escolaridade, de consumo e de cidadania, em resumo, pelo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).




Temos muitas maneiras de conviver com as gritantes diferenças sociais. Alguns podem tirar vantagem dessas diferenças e ao mesmo tempo viver reclamando delas, mas o fato é que todos, em algum momento, se tornam vítimas do descaso social.


Só quem perde a autoestima, ou nunca teve oportunidade de possuí-la, sabe bem a diferença entre assistencialismo e políticas públicas. O que dói é ver um legislador afirmar: Eu faço assistencialismo no emprego, na saúde eu deixo para o fulano (Referindo-se a outro legislador).

É preciso que o povo saiba diferenciar quem faz politica pública de quem faz assistencialismo. 

O Assistencialismo pode perdurar por muitos anos, oito anos, dois mandatos, e nada de política pública.

Luis Santos

sábado, 20 de abril de 2013

PUXA SACO: FIGURA DO SUBMUNDO POLITICO.




"A fidelidade canina do puxa-saco é relativa, dependendo do osso que lhe derem para roer".
                                                                                                                        Said Min Hamer D´ali 

São seres que vivem a sombra de uma estrela política, de um empresário com dinheiro pra gastar, de um filho de papai mimado que deseja usar seu poder aquisitivo para capitalizar-se politicamente;
São seres que habitam o submundo da política, sondando lideranças, verdadeiros meninos de recados;
Não possuem personalidade própria, mudam de ideologia como mudam de camisa, suas opiniões na verdade é a opinião do seu candidato, a quem juram amor eterno - pelo menos até ser cortejado por outro candidato, e prostituto como é, também são infiéis.

O puxa-saco tem uma forma peculiar de se adaptar ao meio em que vive, por mais adverso que lhe seja, fruto de uma linguagem universal, legada por diversos ancestrais, transmitidas por meio de parábolas, reunidas no livro "Carinho e Devoção Sem Exigência de Afetividade Mútua", uma espécie de manual do bajulador, escrito no século IV a.C;
O cérebro do puxa-saco é muito pequeno, fato que dificulta seu raciocínio para tarefas que exijam certas habilidades, tais como: andar de bicicleta, jogar dama, brincar de amarelinha etc;
O puxa-saco geralmente é um sujeito solitário, não tem amigos, isto explica o fato de o mesmo dedicar-se a alguém que não conhece com uma fidelidade canina;
O puxa-saco não se irrita com facilidade, talvez seja o indivíduo menos estressado da sociedade moderna. No entanto, caso alguém cometa algum desatino contra seu tutor ou padrinho político, o mesmo é capaz de se transformar no mais hercúleo dos homens;
O puxa-saco não é tão apegado ao dinheiro quanto o avarento, no entanto adora o poder. Onde há alguém com o mínimo de poder lá existe um puxa-saco, sendo que quanto maior o grau de hierarquização de alguém dentro de uma esfera de poder, maior será o grau de bajulação de um puxa-saco;
O puxa-saco não prima pela fidelidade, apegando-se abruptamente ao sucessor de seu superior hierárquico no momento em que este mais precisa de sua devoção. Essa característica fez o cientista observar que 
"a fidelidade canina do puxa-saco é relativa, dependendo do osso que lhe derem para roer".
Concluindo o seu artigo, o sociólogo Said Min Hamer D´ali nos brinda com as seguintes observações: a maioria dos puxa-sacos é formada por homens; as mulheres que são puxa-sacos costumam dormir com seus superiores; as pessoas mais idosas são as que menos ligam para bajulação; existem pessoas que se eternizam como puxa-sacos nas repartições públicas; o desvio de comportamento que acomete o puxa-saco é hereditário; o puxa-saco geralmente é muito inseguro quanto ao seu futuro; e, por último, todo puxa-saco é arrogante.

DO BLOG: LUIS DOS SANTOS

sexta-feira, 13 de abril de 2012

QUEM TEM MEDO DE FICHA LIMPA?

Estas primeiras linhas não é exatamente um texto tradicional para uma coluna de Jornal. Antes disso e, apenas como uma leitura amistosa informal… segue – em perguntas e respostas – a análise de um tema jurídico-político de grande relevância, qual seja: a famosa e temida FICHA LIMPA.


1. Mas… o que é mesmo a tal da Ficha Limpa?

Nada mais é que o apelido – dado pelo povo – à Lei Complementar nº. 135/2010. Originada através da vontade popular, após a reunião de milhares de assinaturas.

A lei torna inelegível por oito anos um candidato que tiver o mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado (com mais de um juiz), mesmo que ainda exista a possibilidade de recursos.


2. Quais os principais pontos de discussão da Ficha Limpa?

Presunção de Inocência – uma grande parte da comunidade jurídica aponta uma grande afronta à Constituição neste ponto abordado pela Lei Ficha Limpa. Afinal, os cidadãos podem estar sucumbindo a uma condenação antecipada, antes de esgotarem os recursos. A Lei Ficha Limpa pretende barrar candidatos condenados em 2º Grau, mesmo antes do trânsito em julgado das decisões.

Renúncia – alguns espertinhos tentaram renunciar para escapar da inelegibilidade, mas a Ficha Limpa foi lá buscá-los, mesmo para os fatos ocorridos antes da existência dela.

Anterioridade – questão já superada pelo Supremo Tribunal Federal, dizia respeito à validade da Lei Ficha Limpa antes do prazo de 01 ano antes das eleições. Confirmou-se a necessidade do prazo de 01 ano para a legal aplicação dos seus efeitos.


3. Por que o ALGUMS NÃO PODERÃO ser candidato?

Não sou eu que estou falando, mas a leitura fiel do artigo 1º da Lei Ficha Limpa, abaixo indicado, é clara e autoexplicativa no que se refere ao futuro político. sobretudo no que tange às eleições deste ano.

Lei Complementar nº. 135/2010 – Art. 1º São inelegíveis:

I – para qualquer cargo:

……. g) os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes, contados a partir da data da decisão, aplicando-se o disposto no inciso II do art. 71 da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição;”


Como diz o velho ditado: “Muita água ainda vai passar debaixo da ponte”, digo isto, não só em face da Lei Ficha Limpa ou das questões dos recursos judiciais, mas em todo o cenário político…


Por Arthur Jr.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ser ou não ser marionete na política

Com a realização de mais um pleito eleitoral , surgem algumas perguntas importantes: O brasileiro é um analfabeto político ou é um apolítico?

O analfabeto político é o cidadão que é avesso à política e a todo e qualquer assunto a ela vinculado. E o apolítico, faz questão de afirmar que “não se envolve em política”, e que odeia a mesma. Mal sabe ele, que o apolítico é culpado por diversas mazelas sociais, tais como, desemprego, pobreza e prostituição.

O apolítico diz “esses políticos são todos iguais”, ou “este país nunca irá para frente”. Mas nem só de corruptos e vigaristas configura-se a política. O apolítico também não sabe que muitos dos governantes não querem cidadãos capazes de formular pensamentos e idéias críticas a respeito de sua sociedade, mas sim alienados, marionetes manipuláveis, que possam ser controlados.

Como a maioria da população, o apolítico costuma confundir “política” com “politicagem”. A primeira é a forma utilizada para governar, e administrar a sociedade e todas suas vertentes. A outra, por sua vez, é a arte de enganar, levar vantagem de maneira demagógica e desonesta por meio da política. Para que um país possa desfrutar de um processo político válido, os alienados políticos – apolíticos – precisam ser a minoria, e o restante da população deve perceber que a fuga do debate e de assuntos que envolvem política é de extrema irresponsabilidade para qualquer país. Apenas agrava uma situação que muitas vezes já é ruim.

Pense, análise, questione, compare, debata, procure a origem, conheça o passado, busque informações, só conhecendo profundamente o seu candidato é que você poderá deixar a condição de marionete manipulável para se tornar um cidadão de verdade.

Por Bia Montes – Jornalista

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sábado, 7 de abril de 2012

Se o patrimônio é público, é nosso!

Temos bolsões de excelência no serviço público e crescente melhoria em outros tantos. Mas em alguns outros, quase nada funciona. Por quê?

Entendo que a intervenção estatal pode dar respostas satisfatórias às demandas sociais. Basta ser cobrado, punir com rigor os maus servidores e incentivar quem queira ascender numa carreira baseada na qualificação, no interesse e em méritos, nunca no compadrio ou arranjo politiqueiro.

Na coisa pública, parece que a Saúde é ‘casa de mãe-joana’. Se não está satisfeito, peça para sair. Vaza! Inaceitável é maltratar o cidadão comum, que na prática lhe paga o salário.

No Hospital Materno-Infantil Maria Correia (Hospital da Mulher), em Mossoró, recentemente inaugurado, controlado por uma Oscip (organização civil que faz serviço público de forma terceirizada), tem médico e enfermeiro reclamando. Estão irascíveis porque são obrigados a trabalhar certinho. Não querem ser punidos por atrasos e outros desleixos.

Devem estranhar, porque no público muitos trabalham como bem entendem. Acham que não são empregados e que não possuem patrão. Se recebem uma punição, queixam-se ao chefe político e tudo é sanado em prejuízo à coisa pública.

Existe excelência no serviço público também sem Oscip, fundações, ONG´s etc. Polícia Federal, Advocacia Geral da União (AGU), Receita Federal, Previdência, Caixa Econômica (CEF), setor portuário e Correios (no passado) são exemplos de eficiência pública. A Petrobras é essa gigante transnacional que orgulha o Brasil, uma das maiores empresas do mundo, símbolo de eficiência.

O Banco Central virou paradigma, em meio à crise mundial no setor financeiro norte-americano e bancarrota europeia.

Onde há prioridade ao funcionamento técnico, os resultados têm aparecido. Onde a prioridade é politica, os resultados nós conhecemos.

As melhores universidades do país são públicas, vocês sabem? Vocês conhecem a excelência do Hospital Sara Kubistchek?

O público é viável.

O caminho do serviço público é a ‘meritocracia’, o planejamento estratégico, prêmio aos melhores e punição à escória. São alguns princípios da iniciativa privada que se fundem aos propósitos inequívocos do Estado do Bem-Estar Social, ou seja, o bem comum.

É-nos vendida a ideia de que tudo que é público é ruim, para que aceitemos a terceirização, ONGs, Oscips, fundações etc. como panaceias. Erro crasso que a propaganda dirigida espalha, tentando nos iludir com tal inverdade.

Há um monte de gente criticando o serviço público e uma multidão ainda maior querendo desembarcar nele. Que paradoxo, não? Risível.

Se o patrimônio é público, é nosso. Portanto, não permitamos que saqueadores, espertalhões e maus servidores destruam o que nos pertencem, facilitando a prosperidade de uns poucos.

O patrimônio público é nosso!

FONTE: CARLOS SANTOS

A ‘anomalia’ de ser oposição no Brasil do patriciado

Os partidos brasileiros existem desde a primeira metade do Século XIX. De lá para cá, mais de 170 anos depois, a impressão que temos é de que na verdade só existe um aglomerado de siglas, sopinha de letras. De verdade mesmo, temos o “Partido do Patriciado”.

O patriciado, na Roma republicana, era o grupo ou classe dos que, por berço ou por concessão, detinham o prestígio dos títulos nobiliárquicos que significavam poder político. Só eles ascendiam aos cargos públicos.

Através dos séculos e neste lado do Atlântico, a prática política do pindorama brasileiro tem dificuldade de funcionar diferente.

Já dizia o acadêmico e historiador José Honório Rodrigues, que no Brasil nunca existiu partido político; o pluripartidarismo seria uma miragem. Todos querem ser do patriciado. Pertencer à oposição é uma anomalia, quase um acinte, conforme a cultura política nacional.

Por isso que não temos partidos centenários, como nos Estados Unidos da América (EUA). Lá, o Democrata nasceu em 1790. São mais de 220 anos. O Republicano foi formalizado em 1837. São quase 175 anos de vida.

O instável ambiente político-institucional brasileiro ajuda a explicar, em parte, essa vocação para a voz única e punição ao contraditório. Estamos na sétima Constituição Federal – EUA só possui uma em toda sua história -, fomos uma Monarquia que desabou numa pseudo-República e já tivemos pelo menos dois regimes ditatoriais explícitos – Estado Novo de Getúlio Vargas e Ditadura Militar de 1064.

Realmente, não é fácil ser oposição nesse Brasil varonil!

FONTE: CARLOS ASANTOS

quarta-feira, 4 de abril de 2012

TUDO É UMA QUESTÃO DE TEMPO, BOAS PRÁTICAS SÃO BEM VINDAS NA POLÍTICA, VOTO NÃO TEM PREÇO.

Tudo é um processo lento, aos poucos através da rádio, blogs, sites e redes sociais a campanha vai ganhando força, não digo a minha campanha, mas o empenho de todos. Hoje pela manhã, ao ouvir a Rural AM de Parelhas, Joelma de Souza falava nesta sensibilização e na mudança de hábitos do eleitor. Que é uma prática indecente todos sabem que comprar votos é terminantemente proibida, mas de uma forma ou de outra todos cometem, não dá para ser bonzinho, se um não faz o outro vem e faz. Entretanto, calçamento, políticas públicas para a criança e o adolescente, saúde de qualidade é imprescindível mas lamentavelmente o ELEITOR não se dá por satisfeito, e se expõe como cobaia e mercadoria esperando ansiosamente pelo dia da eleição.


Lembrando que as redes sociais poderão ser aliados ou vilões basta um flagra e uma foto ou vídeo comprometedor e adeus campanha, é bom ficar de olho e lembrar que acima de qualquer coisa, somos cidadão, não somos mercadoria nem coisa. Voto não tem preço, tem graves consequências.


Se você gostou dessa matéria, divulgue para amigos.


fonte: voz do povo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Candidato ficha limpa vai levar vantagem na eleição

Na segunda rodada das pesquisas para o Sinduscon [Sindicato da Indústria da Construção Civil], a Consult perguntou o seguinte:

O(a) sr.(a) deixaria ou não de votar em um candidato a Prefeito(a) ou Vereador(a), pelo fato do(a) mesmo(a) ter alguma condenação em primeira instância?


A resposta dos entrevistados pela Consult foi devastadora: 73,80% disseram que deixaria de votar. Apenas 6,8% afirmaram que não deixaria de votar; 14,8% disseram que iria depender da condenação; 4,6% não tinham opinião formada.

Tem um detalhe na pergunta da Consult: a intolerância do eleitor não leva em conta a exigência de condenação colegiada como determina a Lei da Ficha Limpa. Basta o candidato (a) ter sido condenado em primeira instância, coisa que não está prevista na nova norma.

Portanto, a eleição municipal deste ano será marcada pela Ficha Limpa. Depois que o Supremo Tribunal Federal esclareceu a eficácia da nova lei, o que pode e o que não pode, a Ficha Limpa virou uma espécie de selo de qualidade para os candidatos.

Quem for 'ficha limpa' na eleição deste ano [e nas seguintes] levará vantagem na disputa. Por outro lado, quem tiver problemas na Justiça ou máculas do passado enfrentará dificuldades.

O tema será bastante explorado nas campanhas. Poucos têm condições de bater no peito e dizer: "Eu sou um candidato ficha limpa!". Muitos tentarão dizer, mas não serão convincentes.

Quem passou por governos ou participou de governos geralmente responde a processos de toda ordem. Alguns amargam condenações por improbidade administrativa. Outros estão envolvidos em escândalos de corrupção.

A eleição não será fácil para o candidato ficha suja. Quem tiver seus esqueletos no armário que guarde-os bem, porque o eleitor, como a gente viu na pesquisa da Consult, está de mau humor com os políticos enrolados na Justiça.

A ficha suja será uma espécie de Cuca, aquela personagem de Monteiro Lobato no Sítio do Pica-pau Amarelo: "Cuidado com a Cuca, que a Cuca te pega, te pega aqui, te pega acolá".

Já o Ficha Limpa vai pegar para o bem. Será o grande diferencial das próximas eleições.

Diógenes Dantas.

terça-feira, 20 de março de 2012

ARTIGO

REALIDADE! QUEM NÃO CONSEGUE SEGURAR OS SEUS, VAI SEGURAR OS DOS OUTROS?

Quem não consegue segurar os “seus”, vai segurar os dos “outros”? Essa seria a pergunta a ser feita a se mesmo por algumas pessoas que se vendem durante o período eleitoral por “migalhas”, ou então por promessas de empregos e benefícios futuros, que em muitos casos só serão cumpridos se o “bondoso candidato” vença as eleições.

Conheço muitos casos em uma cidadezinha do interior, onde lideranças que tiveram muitos votos no pleito passado foram literalmente “chutadas”, tendo então que partirem para outro sistema político, já que aquele que por eles foi defendido não teve capacidade nem compromisso de lhes agregarem, ou lhes usarem em prol do desenvolvimento da cidade.

Sem sombras de dúvidas, esse tipo de político não tem nenhum compromisso com quem quer que seja, pois seus ex-correligionários são verdadeiras lideranças com comprovada aceitação, entre eles alguns atuais vereadores entre os mais bem votados da cidade, ex-vereadores, ex-prefeitos, ex-vice-prefeitos, ex-secretários (as) e muitas outras lideranças que foram “chutadas”.

Não tenham dúvidas que os que estão “chegando” agora também serão chutados, independentemente do resultado das eleições, pois se “ele” não conseguiu segurar os “dele”, vai segura os dos “outros”? Nunca!

FONTE: BLOG PAULINHO BARRRA PESADSA

sábado, 10 de março de 2012

ARTIGO

Professor Thiago Costa

Na ocasião da solenidade em que o governo entregou ônibus novos à prefeituras municipais do RN, que contou com a presença do ministro da educação (Aloizio Mercadante), o presidente da federação dos municípios do Rio Grande do Norte (Benes Leocádio) lançou crÍticas ao governo Dilma em razão de uma suposta falta de complemento da União para que os prefeitos cumpram a Lei do Piso Nacional do Magistério.
No entanto, a lei do piso deixa bem claro que os prefeitos e governadores que não conseguirem cumpri-la poderão pedir a complementação da União. Para isso, é necessário que o município declare suas contas e peça a ajuda do MEC e esse enviará uma equipe para constatar a realidade financeira daquele.

A afirmação acima chega a ser até redundante, pois já é bastante rodada na imprensa e com certeza é do conhecimento de todos os prefeitos e secretários de educação desse país.

Então, por que será que o Sr Benes não sugere aos prefeitos do RN que peçam a complementação do MEC?

Se eles estão falando a verdade então não tem nada a perder.
Agora se há prefeitos que temem a fiscalização do MEC aí já é outra história.

Do que eles têm medo? Estariam escondendo algum segredo? Será que cada prefeitura dessas esconde uma Caixa de Pandora?

FONTE: BLOG ROBERTO FLÁVIO

quinta-feira, 8 de março de 2012

TEXTO PARA REFLEXÃO EM HOMENAGEM AS MULHERES

Hoje no dia da mulher, vamos falar um pouco da vida da mulher mais lembrada de toda a história, Maria – Mãe de Jesus e nossa. Para isso vou compartilhar um texto do professor Felipe de Aquino. Confira:

A pobreza e humildade de Maria

A Igreja ensina que Nossa Senhora foi escolhida por Deus “desde toda a eternidade” (Cat. § 488), para ser a Mãe do Seu Filho. Por causa de sua Maternidade Divina, ela foi sempre ‘Cheia de Graça” (gratia plena), concebida sem o pecado original, permanecendo Sempre Virgem (cf. Cat. §499), e Assunta ao Céu de corpo e alma. Pela altíssima dignidade de escolhida para ser a Mãe do divino Redentor, Maria nunca experimentou o pecado, nem o Original e nem o pessoal. S. Luiz de Montfort, fazendo coro com os Santos Padres, dizia que: “assim como o mar é a reunião de todas as águas, Maria é a reunião de todas as graças. Mas entre todas as virtudes de Nossa Senhora, podemos destacar a humildade e a pobreza. Ela é a Mulher humilde, pobre de espírito – exatamente o oposto de Eva soberba. Santo Irineu de Lião, doutor da Igreja (†202), disse que “a obediência de Maria desatou o nó da desobediência de Eva” (Ad. Haer.). A humanidade foi lançada nas trevas do pecado e da morte, porque nossos primeiros pais foram soberbos e desobedientes a Deus. Pela humildade Jesus se tornou o “novo Adão” e salvou o mundo (Rom 5,12s). “Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fil 2,6-8). Maria, a mãe do Senhor, tornou-se a “nova Eva”. Os santos ensinam que foi a perfeita humildade de Nossa Senhora que fez com que Deus a escolhesse para a mãe do seu Filho, eleita entre todas as mulheres. Ela mesma canta no Magnificat: “Ele olhou para sua humilde serva” (Lc1,48).

A soberba é o pior pecado. É o que levou também os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência mortal para toda a humanidade. Alguém disse que o orgulho é tão enraizado em nós, por causa do pecado original, que “só morre meia hora depois do dono”.

Ser humilde é ser santo, é descer do pedestal, é não se auto-adorar, é preferir fazer a vontade dos outros do que a própria, é ser silencioso, discreto, escondido, é fugir das pompas e dos aplausos, como Maria. Sendo Mãe de Deus nunca se orgulhou; mas permaneceu pobre e humilde. São João Batista nos ensina a humildade de Maria: “Importa que Ele cresça e que eu diminua!” (Jo 3,30). Jesus exaltou os “pobres de espírito” (Mt 5, 1) como a Virgem Maria que precisou de muito pouco das coisas materiais para servir o Seu Filho e Senhor, e ser aquela que, como disse João Paulo II, “foi a que mais cooperou para a obra da Redenção da humanidade”. Olhemos e imitemos a Estrela pobre e humilde, que é nossa Mãe.

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sábado, 3 de março de 2012

Carta de um cidadão Potiguar

Nos últimos meses a população do Rio Grande do Norte, tem sido obrigada a conviver com as fantasias que a governadora, a “esquizofrênica” Rosalba Ciarlini, tem vinculado nos horários nobres das maiores emissoras de televisão do estado, o que chega a dar ânsia de vômito nas pessoas que acompanham o caos que nosso estado está mergulhado.


A prova da incompetência começou antes de entrar no governo, como senadora, Rosalba possui um longo histórico de viagens para o exterior e poucos ou nenhum projeto da mínima importância para sociedade. Logo nos primeiros dias de gestão esta senhora ameaçou cancelar o reajuste salarial dos servidores (reajuste que ainda não foi aplicado) e o estado ganhou o simpático apelido de #RioGrevedoNorte no twitter. Continuando, ela também paralisou dezenas de obras importantes, entre elas a reforma do hospital de Janduís, sem nenhum motivo ou explicação.


Os primeiros meses passaram e como diz o ditado popular, e acho sinceramente que Rosalba concorda com ele: Todo castigo para pobre é pouco. A Rosa já estava cansada de ver os pobres servidores reclamando os seus direitos, então simplesmente criou uma lei que proibiu os funcionários de se manifestaram no centro administrativo, mas provavelmente ao consultar os seus caros e brilhantes advogados (pagos por quem?), soube que tal proibição é inconstitucional e novamente decidiu voltar atrás. Ah, e o #RioGrevedoNorte continuava bombando nos Trends Topics do twitter (um dos poucos meios de comunicação não seduzidos pelos tentáculos do poder estadual).


Mas, obviamente, não poderia terminar a postagem sem falar do assunto mais importante e comentado nos últimos dias, a SEGURANÇA. Talvez a inocente governadora não saiba, mas não são todas as pessoas que possuem em torno de 7 seguranças que as protegem 24 horas por dia e 7 dias por semana, seguranças que são pagos pelo povo. Talvez se Rosalba tivesse a noção que a querida Mossoró esta tomada pelo tráfico e, que praticamente, todas as cidades do interior estão pedindo socorro ela, talvez, fizesse alguma coisa. Mas infelizmente seus sérios problemas psíquicos a impedem de ver a realidade e cria na imaginação da Rosa um Rio Grande do Norte perfeito, onde 1 policial para 6 mil habitantes é mais que o suficiente e uma viatura quebrada é perfeitamente capaz de realizar todas as suas funções e que 1 delegado pode ser responsável por quase 20 cidades.


Excelentíssima Rosalba, sei que isso pode ser difícil para a senhora, mas saia do seu mundo da imaginação e veja que a senhora é governadora de um estado democrático e que todo cidadão precisa ter seus direitos respeitado.


Everton Freitas de Morais
Estudante de Odontologia
Cidadão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

TÍTULO DE ELEITOR: A CARTEIRA DE TRABALHO PARA 2012

É lamentável a forma que os políticos vêem o eleitor ( cidadão). Bem não começa o ano eleitoral tá lá o senhor candidato ou aquele que o apóia jogando a ísca de sempre para aquelas pessoas que durante quatro, sete ou oito anos foram enganadas e esquecidas, o pior parece encontrar os "peixinhos" já de boca aberta.

Quantos jovens capacitados, responsáveis e ociosos são desvalorizados, porém usados apenas em vésperas de eleição. É vergonhoso saber que nesta ocasião o certificado ou diploma dessas pessoas é o título de eleitor.

É assustador o número de empregos e de oferecimentos de trabalho já no início deste ano.
Deixa-se de investir na educação, saúde, segurança, no social para segurar o voto, tratando dele com muito "zelo" seja do analfabeto, doente, marginalizado, pobre... todos têm valor igual, menos o direito de serem tratados e assistidos com dignidade após as eleições mesmo que o pescador ganhe.

E, aí a gente fica se perguntando, como se perguntasse aos novos empregados - os eleitores funcionários: É precisão ou a falta de consciência? É agarrar um pouco e dá o troco? Ou deixar se enganar? É preciso encarar a realidade. Em época de eleição tudo pode, todos merecem, após a apuração dos votos, volta a crise, vem as demissões e nada mais se pode fazer. Os empregos são para família e os bons e próximos amigos e acabou! Ah! O anzol é guardado e a ísca congelada para daqui a quatro anos não estarem estragados.

Portanto, deve-se perceber que o emprego não foi dado as pessoas pela sua capacidade, por merecimento e nem tampouco por que o município precisasse do trabalho, entretanto, para comprometer-las e infelizmente usá-las como descatáveis.

Fonte:Lourival Adão