
Este Blog servirá para divulgar notícias de Cerro Corá, e assuntos de todas as regiões do estado e do Brasil.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
SERRA NO JORNAL NACIONAL HOJE

Na quinta passada tivemos o primeiro debate na TV aberta. Foi um grande passo para que
as pessoas percebam a diferença entre os candidatos. Como era de se esperar, o debate foi proveitoso para o nosso candidato. Mas quem venceu mesmo o debate foi o eleitor: ganhou parâmetros para escolher melhor e para fundamentar sua escolha.
Hoje é mais um dia de grande importância para nós. Serra estará ao vivo, às 20:15m, no Jornal Nacional. É uma das maiores audiências da TV brasileira e tem mais alcance do que o próprio horário eleitoral.
Serra estará ao vivo por apenas 12 minutos, tempo suficiente para mostrar sua experiência e competência para conduzir o Brasil. Por isso, mande um lembrete para as pessoas do seu círculo de amizade que ainda não decidiram em quem votar. Ligue para eles antes da entrevista. Fale da importância de comparar os candidatos e suas propostas. Convença-os da importância de se informar e, depois do jornal, ligue de novo e nos conte o que essa pessoa achou. Juntos podemos mais. Vamos em frente!
Contamos com você!
Equipe Serra Presidente 45
O Brasil pode mais
Rogério Marinho: “No Brasil não falta emprego, falta qualificação profissional”
“Deputado, por que é que pessoas na minha faixa etária não conseguem arrumar emprego?”. Essa foi a indagação que Alzenir Pereira, 40 anos, fez ao deputado federal Rogério Marinho durante a reunião no bairro de Felipe Camarão nesta segunda-feira (09). Economista e professor, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB/RN) disse que o problema não é a falta de emprego e sim a falta de qualificação profissional.
Rogério citou o fenômeno “apagão da mão-de-obra” como exemplo. Existem 1,6 milhões de vagas disponíveis no mercado que ainda não foram preenchidas por falta de capacitação profissional e baixa escolaridade em áreas chaves da economia e do desenvolvimento. O que segundo o deputado, reflete a fragilidade do Ensino Médio brasileiro, que não oferece as oportunidades diversificadas de profissionalização.
“Praticamente só há uma opção de Ensino Médio, forçando todos a se submeterem a uma lógica de formação exclusiva e ‘engessada’. Não há oferta de formação profissional para atender a demanda e a matrícula no Ensino Técnico não chega a atingir 900 mil alunos no Brasil”, afirma o parlamentar.
Rogério disse ainda que a saída para educação brasileira é o incremento do capital humano nacional. Diversificação, mérito e qualidade da educação são as chaves do desenvolvimento sustentável. “O homem não é um pão, que vai pro forno e fica no ponto em alguns minutos. Só para formar um aluno no ensino escolar básico, são necessários 14 anos de investimento, ou seja, mais de três mandatos. É por isso que precisamos de governantes que tenham desprendimento e visem de fato contribuir para a melhoria no sistema educacional brasileiro, como José Serra, meu candidato à presidência do Brasil”, enfatiza Rogério.
Publicado em Campanha 2010 RN, Destaques, PSDB RN, Rogério Marinho 4555
Rogério citou o fenômeno “apagão da mão-de-obra” como exemplo. Existem 1,6 milhões de vagas disponíveis no mercado que ainda não foram preenchidas por falta de capacitação profissional e baixa escolaridade em áreas chaves da economia e do desenvolvimento. O que segundo o deputado, reflete a fragilidade do Ensino Médio brasileiro, que não oferece as oportunidades diversificadas de profissionalização.
“Praticamente só há uma opção de Ensino Médio, forçando todos a se submeterem a uma lógica de formação exclusiva e ‘engessada’. Não há oferta de formação profissional para atender a demanda e a matrícula no Ensino Técnico não chega a atingir 900 mil alunos no Brasil”, afirma o parlamentar.
Rogério disse ainda que a saída para educação brasileira é o incremento do capital humano nacional. Diversificação, mérito e qualidade da educação são as chaves do desenvolvimento sustentável. “O homem não é um pão, que vai pro forno e fica no ponto em alguns minutos. Só para formar um aluno no ensino escolar básico, são necessários 14 anos de investimento, ou seja, mais de três mandatos. É por isso que precisamos de governantes que tenham desprendimento e visem de fato contribuir para a melhoria no sistema educacional brasileiro, como José Serra, meu candidato à presidência do Brasil”, enfatiza Rogério.
Publicado em Campanha 2010 RN, Destaques, PSDB RN, Rogério Marinho 4555
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Carlos Eduardo cobra de Rosalba honestidade com eleitorado
O candidato do PDT ao Governo do Estado, Carlos Eduardo Alves (PDT), declarou que sua adversária na disputa eleitoral, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), deveria ser honesta com os eleitores e deixar claro que apoia o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, e a prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV).
“Ao invés dela [Rosalba] ter vergonha de esconder Serra e Micarla, ela deveria ser honesta com a população e explicar o porquê do partido dela ter feito oposição ao Governo Federal, que vem promovendo tantos benefícios para a população”, declarou o pedetista, que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A senadora Rosalba Ciarlini havia expressado que a sua coligação, a “Força da União”, não representa Serra, uma vez que o candidato a vice-governador em sua chapa, deputado Robinson Faria (PMN), apoia a candidata de Lula, a ex-mistra Dilma Rousseff (PT). “Ela deveria ser honesta e não ficar dizendo que a chapa dela é suprapartidária”, criticou Carlos Eduardo, lembrando que Robinson não esteve no palanque de Dilma no Rio Grande do Norte.
O ex-prefeito de Natal também rebateu críticas da senadora, para quem seus adversários usam a imagem de Lula como “muleta” para subir nas pesquisas de intenção de voto. “A questão não se trata de usar muleta ou não. Essa é uma questão de afinidade política com Lula”, rebateu, emendando que desde 1989apoia o atual presidente.
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“Ao invés dela [Rosalba] ter vergonha de esconder Serra e Micarla, ela deveria ser honesta com a população e explicar o porquê do partido dela ter feito oposição ao Governo Federal, que vem promovendo tantos benefícios para a população”, declarou o pedetista, que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A senadora Rosalba Ciarlini havia expressado que a sua coligação, a “Força da União”, não representa Serra, uma vez que o candidato a vice-governador em sua chapa, deputado Robinson Faria (PMN), apoia a candidata de Lula, a ex-mistra Dilma Rousseff (PT). “Ela deveria ser honesta e não ficar dizendo que a chapa dela é suprapartidária”, criticou Carlos Eduardo, lembrando que Robinson não esteve no palanque de Dilma no Rio Grande do Norte.
O ex-prefeito de Natal também rebateu críticas da senadora, para quem seus adversários usam a imagem de Lula como “muleta” para subir nas pesquisas de intenção de voto. “A questão não se trata de usar muleta ou não. Essa é uma questão de afinidade política com Lula”, rebateu, emendando que desde 1989apoia o atual presidente.
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domingo, 8 de agosto de 2010
DIA DOS PAIS
A felicidade de ser pai:
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Agradeço a Deus pela felicidade de ser pai desses carinhosos filhos e filhas.
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ISTO É considera Rosalba Ciarlini traidora

Por medo da popularidade de Lula, candidatos do PSDB e do DEM excluem Serra de suas campanhas.
Na matéria “Traição Tucana, da revista ISTO É, a candidata democrata do governo potiguar, Rosalba Ciarlini (quadro), aparece nessa lista de “traidores”.
Confira no trecho da reportagem assinada pelo jornalista Sérgio Pardellas:
No Rio Grande do Norte, a traição da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que lidera a disputa ao governo do Estado, também não será castigada. Rosalba, aliada de José Agripino Maia, líder do DEM no Senado, foi aconselhada por marqueteiros a omitir Serra da campanha. Não por acaso.
Segundo as últimas pesquisas presidenciais no Estado, Dilma tem 52% das intenções de voto dos potiguares. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 31%. Diante desse quadro desfavorável, Serra promete intensificar a ida ao Rio Grande do Norte. “O nosso Estado promete ser o trampolim da nossa campanha na região Nordeste”, diz o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).
Na matéria “Traição Tucana, da revista ISTO É, a candidata democrata do governo potiguar, Rosalba Ciarlini (quadro), aparece nessa lista de “traidores”.
Confira no trecho da reportagem assinada pelo jornalista Sérgio Pardellas:
No Rio Grande do Norte, a traição da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que lidera a disputa ao governo do Estado, também não será castigada. Rosalba, aliada de José Agripino Maia, líder do DEM no Senado, foi aconselhada por marqueteiros a omitir Serra da campanha. Não por acaso.
Segundo as últimas pesquisas presidenciais no Estado, Dilma tem 52% das intenções de voto dos potiguares. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 31%. Diante desse quadro desfavorável, Serra promete intensificar a ida ao Rio Grande do Norte. “O nosso Estado promete ser o trampolim da nossa campanha na região Nordeste”, diz o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).
Fonte: Blog do Xerife.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Serra no debate: firmeza, consistência e coração
José Serra teve o melhor desempenho no debate entre presidenciáveis da TV Bandeirantes desde o primeiro bloco. Ele disse que não sabe como o Brasil pode crescer no futuro com investimentos públicos tão tímidos - a ponto de 19 dos 20 grandes aeroportos do país estarem engarrafados. “E se nos portos o Brasil está no 125º lugar em matéria de ruindade”.
Ele disse que foi recentemente a Minas Gerais e Santa Catarina e constatou que chega a ser uma temeridade ir de automóvel de Belo Horizonte a Governador Valadares, porque a estrada tem péssimas condições de tráfego. “Sua segurança não permitiria que você fizesse essa viagem”, disse Serra à candidata do governo. A dificuldade de transporte é uma situação que se repete entre Florianópolis e o Vale do Itajaí e tantos outros lugares do Brasil. “É mais caro levar a soja do campo para o porto do que do Brasil para o Japão”, devido à precariedade da infraestrutura.
Em resposta à primeira pergunta do debate - qual a prioridade de cada um para a Saúde, Segurança e Educação – Serra comparou as três áreas a órgãos vitais do corpo humano. Ele disse que vai tratar da Segurança pondo o governo federal no combate ao crime em nível nacional. “O governo federal tem que se envolver. Por isso vou criar o Ministério da Segurança”.
Na Saúde, Serra vai acelerar o atendimento à população, encurtando o tempo de consulta e de realização de exames, com a criação de 150 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades). “Na Educação, vou criar um milhão de vagas no ensino técnico”, afirmou o candidato da coligação “O Brasil Pode Mais”.
No segundo bloco, Serra acusou o governo federal de ter cortado ajuda às APAES (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), que foram proibidas de se dedicar ao ensino e deixaram de receber recursos do Ministério da Educação inclusive para o transporte das crianças e jovens. “Eu considero uma crueldade isso que foi feito com as pessoas (com deficiência)”.
No terceiro bloco, Serra afirmou, com simplicidade e clareza, que o crescimento dos empregos é conseqüência do crescimento econômico, da ação de alguns governos estaduais, como Minas e São Paulo, e de investimentos privados. O nível de investimento do governo federal, Serra tem demonstrado firmemente, é baixíssimo.
Retomando uma afirmação da candidata do governo no primeiro bloco – de que mutirões são importantes, mas não são ações decisivas – Serra à questão da Saúde dizendo que houve uma queda de 21 mil cirurgias de varizes, algo que evidentemente é motivo de sofrimento, e perguntou, mais uma vez, por que o governo acabou com os mutirões nos últimos oito anos. Serra lembrou que também foram suspensos os mutirões de cirurgia de catarata e próstata.
No quarto bloco, em que os jornalistas perguntaram aos candidatos, Serra deixou uma mensagem muito clara de defesa do patrimônio público, ao tomar como exemplo a Empresa Brasileira dos Correios (ECT), sofrendo a olhos vistos pela ação de loteamento político.
“Eu vou estatizar os Correios, fazer com que a empresa sirva não a um partido ou a um grupo. Eu vou fazer os Correios voltarem à sua melhor época”. Serra encerrou o bloco com a frase que sintetiza o debate: “O Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda do governo, passou o tempo todo elogiando a política econômica do Fernando Henrique”.
Ao se despedir, Serra disse que o debate acrescentou mais conhecimento sobre os candidatos, embora ainda falte muito a ser debatido. Emocionado, lembrou que vem de uma família simples, chegou onde está pelo trabalho do seu pai, passou por 14 anos de exílio e entrou na política para melhorar o país com uma meta: “Abrir as oportunidades a todos”.
Estamos orgulhosos dele. Esse é o nosso presidente.
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Ele disse que foi recentemente a Minas Gerais e Santa Catarina e constatou que chega a ser uma temeridade ir de automóvel de Belo Horizonte a Governador Valadares, porque a estrada tem péssimas condições de tráfego. “Sua segurança não permitiria que você fizesse essa viagem”, disse Serra à candidata do governo. A dificuldade de transporte é uma situação que se repete entre Florianópolis e o Vale do Itajaí e tantos outros lugares do Brasil. “É mais caro levar a soja do campo para o porto do que do Brasil para o Japão”, devido à precariedade da infraestrutura.
Em resposta à primeira pergunta do debate - qual a prioridade de cada um para a Saúde, Segurança e Educação – Serra comparou as três áreas a órgãos vitais do corpo humano. Ele disse que vai tratar da Segurança pondo o governo federal no combate ao crime em nível nacional. “O governo federal tem que se envolver. Por isso vou criar o Ministério da Segurança”.
Na Saúde, Serra vai acelerar o atendimento à população, encurtando o tempo de consulta e de realização de exames, com a criação de 150 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades). “Na Educação, vou criar um milhão de vagas no ensino técnico”, afirmou o candidato da coligação “O Brasil Pode Mais”.
No segundo bloco, Serra acusou o governo federal de ter cortado ajuda às APAES (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), que foram proibidas de se dedicar ao ensino e deixaram de receber recursos do Ministério da Educação inclusive para o transporte das crianças e jovens. “Eu considero uma crueldade isso que foi feito com as pessoas (com deficiência)”.
No terceiro bloco, Serra afirmou, com simplicidade e clareza, que o crescimento dos empregos é conseqüência do crescimento econômico, da ação de alguns governos estaduais, como Minas e São Paulo, e de investimentos privados. O nível de investimento do governo federal, Serra tem demonstrado firmemente, é baixíssimo.
Retomando uma afirmação da candidata do governo no primeiro bloco – de que mutirões são importantes, mas não são ações decisivas – Serra à questão da Saúde dizendo que houve uma queda de 21 mil cirurgias de varizes, algo que evidentemente é motivo de sofrimento, e perguntou, mais uma vez, por que o governo acabou com os mutirões nos últimos oito anos. Serra lembrou que também foram suspensos os mutirões de cirurgia de catarata e próstata.
No quarto bloco, em que os jornalistas perguntaram aos candidatos, Serra deixou uma mensagem muito clara de defesa do patrimônio público, ao tomar como exemplo a Empresa Brasileira dos Correios (ECT), sofrendo a olhos vistos pela ação de loteamento político.
“Eu vou estatizar os Correios, fazer com que a empresa sirva não a um partido ou a um grupo. Eu vou fazer os Correios voltarem à sua melhor época”. Serra encerrou o bloco com a frase que sintetiza o debate: “O Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda do governo, passou o tempo todo elogiando a política econômica do Fernando Henrique”.
Ao se despedir, Serra disse que o debate acrescentou mais conhecimento sobre os candidatos, embora ainda falte muito a ser debatido. Emocionado, lembrou que vem de uma família simples, chegou onde está pelo trabalho do seu pai, passou por 14 anos de exílio e entrou na política para melhorar o país com uma meta: “Abrir as oportunidades a todos”.
Estamos orgulhosos dele. Esse é o nosso presidente.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Pesquisa Consult: com 70% dos indecisos pode se configurar uma indefinição para a eleição majoritária no Estado
Um dado interessante é que a imensa maioria não tem o voto cristalizado – 70% dos entrevistados na pesquisa espontânea admitiram estar indecisos, o que configura uma indefinição para a eleição majoritária.
A pesquisa foi registrada no TRE/RN no dia 30 de julho. Foram ouvidas 1.700 pessoas em 58 municípios do Estado, entre os dias 30 de julho a 02 de agosto. A margem de erro é 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
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A pesquisa foi registrada no TRE/RN no dia 30 de julho. Foram ouvidas 1.700 pessoas em 58 municípios do Estado, entre os dias 30 de julho a 02 de agosto. A margem de erro é 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Carlos Eduardo garante maternidade para Mossoró e critica gestão de Rosalba Ciarlini na Saúde
O candidato ao Governo do Estado, Carlos Eduardo (PDT-PCdoB-PRP), aproveitou a viagem a Mossoró nesta quarta-feira (4) para lançar a proposta de construir uma maternidade na cidade. Ele fez críticas à senadora Rosalba Ciarlini (DEM) por não ter, ao longo de três mandatos na Prefeitura, construído uma.
“Como governador, nós vamos fazer a maternidade da cidade de Mossoró, que foi esquecida pelos sucessivos prefeitos e prefeitas e esquecida pelos sucessivos governos. É inacreditável que uma cidade-pólo do Rio Grande do Norte ainda não tenha uma maternidade”, disse, depois de lembrar que construiu a maternidade da Zona Norte de Natal quando prefeito.
O candidato disse que a Saúde de uma maneira geral vem sendo maltratada pelos gestores mossoroenses. Na gestão municipal de Rosalba Ciarlini, foi fechado o único Hospital Infantil que atendia à rede pública. Em 2009, também foram desativados o Hospital Duarte Filho e a Casa de Saúde Santa Luzia, que atendiam pelo SUS. No momento, apenas o Hospital Tarcísio Maia oferece serviços de enfermaria pediátrica na cidade.
Carlos Eduardo passou toda esta quarta em Mossoró. Ele lançou o Programa de Governo e deu entrevista à Rádio Difusora de Mossoró pela manhã. À tarde, gravou entrevista para o programa Cenário Político, do canal de TV TCM, teve um encontro com o reitor da UERN, Milton Marques, e se reuniu com petroleiros e empresários. Teve as companhias de outros candidatos da coligação durante sua passagem por Mossoró: Sávio Hackradt (candidato a senador pelo PCdoB), Gutemberg Dias, George Câmara e Professora Valda (candidatos a deputado estadual também pelo PCdoB) e Divanilton Pereira (candidato a deputado federal pelo PCdoB).
Aos empresários, Carlos Eduardo afirmou que “o Rio Grande do Norte terminou um ciclo de gestão”, referindo-se ao costumeiro loteamento de cargos políticos, e que irá iniciar um novo ciclo. “Vou afastar os políticos da Caern, no DER, da Educação, da Segurança. O Rio Grande do Norte está parado. Ninguém, dentre os cinco candidatos, tem capacidade para implantar essa nova mentalidade. Eu tenho, porque fiz quando era prefeito de Natal”.
Durante a apresentação do Programa de Governo, no Hotel VillaOeste, o candidato do PDT defendeu investimentos em Infraestrutura e Educação. “Sem porto, aeroporto e ferrovia, o Rio Grande do Norte é um Estado sem entrada e sem saída”. Ele defendeu a Educação como ferramenta estratégica para alavancar o desenvolvimento econômico do estado.
“Nós jamais, nunca, teremos desenvolvimento econômico, se não tivermos Educação de qualidade. Nós vamos fazer o professor voltar a ser uma autoridade através da recuperação dos seus salários e instituição de um programa de formação continuada”. Ele também afirmou que construirá uma rede estadual de ensino profissionalizante e que fará dela uma política de Estado através da participação popular.
O candidato detalhou outros pontos de seu Programa de Governo que beneficiam especificamente Mossoró: os investimentos na UERN, a inclusão de Mossoró na ferrovia que ligará Natal à Transnordestina, a integração do aeroporto da cidade com a malha aérea nordestina, a necessidade de investimentos em saneamento básico e a inclusão da pauta ambiental no projeto de desenvolvimento do município.
Nesta quinta (5), Carlos Eduardo estará em Natal. Passa boa parte do dia reunido com a equipe do Programa de Governo. No final da tarde, ele faz caminhada nos bairros Quintas e Nordeste. A concentração é no cruzamento das ruas Pedro Nova e Mascarenhas, nas Quintas.
“Como governador, nós vamos fazer a maternidade da cidade de Mossoró, que foi esquecida pelos sucessivos prefeitos e prefeitas e esquecida pelos sucessivos governos. É inacreditável que uma cidade-pólo do Rio Grande do Norte ainda não tenha uma maternidade”, disse, depois de lembrar que construiu a maternidade da Zona Norte de Natal quando prefeito.
O candidato disse que a Saúde de uma maneira geral vem sendo maltratada pelos gestores mossoroenses. Na gestão municipal de Rosalba Ciarlini, foi fechado o único Hospital Infantil que atendia à rede pública. Em 2009, também foram desativados o Hospital Duarte Filho e a Casa de Saúde Santa Luzia, que atendiam pelo SUS. No momento, apenas o Hospital Tarcísio Maia oferece serviços de enfermaria pediátrica na cidade.
Carlos Eduardo passou toda esta quarta em Mossoró. Ele lançou o Programa de Governo e deu entrevista à Rádio Difusora de Mossoró pela manhã. À tarde, gravou entrevista para o programa Cenário Político, do canal de TV TCM, teve um encontro com o reitor da UERN, Milton Marques, e se reuniu com petroleiros e empresários. Teve as companhias de outros candidatos da coligação durante sua passagem por Mossoró: Sávio Hackradt (candidato a senador pelo PCdoB), Gutemberg Dias, George Câmara e Professora Valda (candidatos a deputado estadual também pelo PCdoB) e Divanilton Pereira (candidato a deputado federal pelo PCdoB).
Aos empresários, Carlos Eduardo afirmou que “o Rio Grande do Norte terminou um ciclo de gestão”, referindo-se ao costumeiro loteamento de cargos políticos, e que irá iniciar um novo ciclo. “Vou afastar os políticos da Caern, no DER, da Educação, da Segurança. O Rio Grande do Norte está parado. Ninguém, dentre os cinco candidatos, tem capacidade para implantar essa nova mentalidade. Eu tenho, porque fiz quando era prefeito de Natal”.
Durante a apresentação do Programa de Governo, no Hotel VillaOeste, o candidato do PDT defendeu investimentos em Infraestrutura e Educação. “Sem porto, aeroporto e ferrovia, o Rio Grande do Norte é um Estado sem entrada e sem saída”. Ele defendeu a Educação como ferramenta estratégica para alavancar o desenvolvimento econômico do estado.
“Nós jamais, nunca, teremos desenvolvimento econômico, se não tivermos Educação de qualidade. Nós vamos fazer o professor voltar a ser uma autoridade através da recuperação dos seus salários e instituição de um programa de formação continuada”. Ele também afirmou que construirá uma rede estadual de ensino profissionalizante e que fará dela uma política de Estado através da participação popular.
O candidato detalhou outros pontos de seu Programa de Governo que beneficiam especificamente Mossoró: os investimentos na UERN, a inclusão de Mossoró na ferrovia que ligará Natal à Transnordestina, a integração do aeroporto da cidade com a malha aérea nordestina, a necessidade de investimentos em saneamento básico e a inclusão da pauta ambiental no projeto de desenvolvimento do município.
Nesta quinta (5), Carlos Eduardo estará em Natal. Passa boa parte do dia reunido com a equipe do Programa de Governo. No final da tarde, ele faz caminhada nos bairros Quintas e Nordeste. A concentração é no cruzamento das ruas Pedro Nova e Mascarenhas, nas Quintas.
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